Como esta ferramenta calcula
A ferramenta usa uma árvore de decisão educativa. Dívidas caras vêm antes de investimentos; ausência de reserva direciona para liquidez e segurança; prazos curtos priorizam resgate fácil; prazos maiores permitem estudar renda fixa de prazo maior e, para quem aceita oscilações, diversificação gradual. O resultado não escolhe instituição, título ou carteira específica e não usa dados pessoais além das respostas informadas no navegador.
Como usar a calculadora
- Informe se possui dívidas caras, dívidas controladas ou nenhuma dívida relevante.
- Marque o estágio da sua reserva de emergência.
- Escolha o prazo em que pode precisar do dinheiro.
- Indique sua tolerância a oscilações e necessidade de liquidez.
- Leia o caminho educativo e use as ferramentas relacionadas para simular valores.
Perguntas frequentes
Onde investir primeiro?
Para muitos iniciantes, o primeiro passo é quitar dívidas caras e montar reserva de emergência antes de buscar rentabilidade. Depois disso, produtos simples e líquidos podem ser estudados.
Qual investimento é bom para começar?
Depende de objetivo, prazo, risco e liquidez. Tesouro Selic, CDB com liquidez diária e outras opções conservadoras costumam aparecer em estudos iniciais, mas cada produto precisa ser avaliado.
Devo investir se tenho dívidas?
Se a dívida tem juros altos, normalmente ela merece prioridade, porque o custo pode superar o rendimento esperado. Dívidas controladas exigem comparar taxa, prazo e orçamento.
Reserva de emergência conta como investimento?
Ela pode ficar aplicada, mas sua função principal é segurança e liquidez, não maximizar retorno. Por isso deve priorizar baixo risco e acesso rápido.
O simulador recomenda um investimento específico?
Não. Ele oferece orientação educativa por perfil iniciante. A escolha final depende de custos, impostos, garantias, instituição, objetivo e tolerância a risco.